Como a preguiça é a mãe de todos os vícios e fazer, simplesmente, é a melhor maneira de combatê-la, aproveito o impulso do novo ano para iniciar algo que há muito pretendo pôr em prática. A premissa é simples: publicar uma fotografia por dia.
Claro, a ideia não é revolucionária e muitos já a executaram, e bem, antes de mim. No entanto, faço-o por duas razões: pelo estímulo pessoal, claro está, de fotografar diariamente ou, pelo menos, de seleccionar e editar imagens de entre o arquivo que vou acumulando; e por si, que assim terá mais e melhores razões para dizer-me olá com maior regularidade.
A era digital proporciona-nos um enorme desembaraço no acto de fotografar, e uma prontidão ainda maior para ignorar inúmeras imagens em poeirentas pastas esquecidas nos confins do disco rígido.

OK, menos lirismo e mais fotografia. A imagem que dará o pontapé de saída nesta série, como não poderia deixar de ser, tem direito a dedicatória e vai nem mais nem menos para o Ser de Luz que, nos bons e nos maus momentos e de coração aberto, persiste em iluminar o meu caminho e a minha vida.
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Galeria Manifestações Urbanas actualizada com novas imagens de Lisboa.
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Bairro Alto: o antes e o depois.


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Mais informações: Guent’s dy Rincon
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Robert Frank reservou o seu lugar na história da fotografia com o livro The Americans, publicado em 1958. Nascido em Zurique, em 1924, Frank iniciou a sua jornada americana aos 23 anos, ao imigrar para Nova Iorque. Em 1955, e com a ajuda da sua principal influência artística ― Walker Evans ― partiu à descoberta do país numa viagem que resultaria em 28.000 registos fotográficos. Destes, 83 originaram a sua obra de referência.

Trolley, New Orleans, 1955
© Robert Frank
A câmera de Frank registou as tensões que se viviam nos EUA do pós-guerra, em que a segregação racial e as diferenças de classes se destacavam. O estilo fotográfico, divergente das técnicas então em voga, e o cepticismo que marcava as suas imagens de um país em crise de valores, contribuíram para uma má recepção do livro. Mais tarde, a aceitação gradual de The Americans reconheceu-o como uma obra seminal da fotografia americana. Trolley é um dos melhores exemplos de composição e significação social presentes neste livro.
Recentemente, a Steidl lançou uma edição comemorativa dos 50 anos da primeira publicação, disponível aqui.
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Uma impressionante reportagem dos Médicos Sem Fronteiras sobre a crise humanitária que se vive na República Democrática do Congo, país assolado por uma guerra que dura desde 1998. O jornalismo multimédia está aí, com a fotografia, o vídeo e o som unidos num só.
Mais informações: Condition: Critical
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Numa altura em que o calor deixa saudades…








… sabe bem relembrar os dias de sol:
Paredes de Coura;
Sudoeste.
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